Que linguagem maravilhosa é essa de nossos sertanejos. Lembrei-me de Bernardo Elis, nosso imortal aqui do Estado de Goiás. Um grande regionalista. Grande abraço do seu amigo Marcus Fleury
Obrigado, amigo Marcus Fleury. Em favor do cabimento, transcrevo abaixo parte da poesia Primeira Chuva do nosso imortal Bernardo Élis. Gostei muito. Grande abraço. AS --------------------
"Lá fora uma goteira numa lata pinga, pingo a pingo, pengue, pengue, numa toada monótona de preta que ninasse. Pengue, pengue, pingo a pingo. (E aquela que partiu, Por que não volta?)"
Airton Soares - “AS”, nasceu em Ipu, no Ceará. É professor, palestrante, há mais de 25 anos. Suas palestras visam o desenvolvimento de competências, utilizando-se da metodologia Teatro Empresarial. Formado em Letras. Cursou Economia, Filosofia, Psicologia. Autor de obras, das quais podemos destacar Cuide Bem do Seu Jardim, A Terra de Saco Cheio, O Mundo Fora de Esquadro, entre outras.
e-mail: airton.soares.as@gmail.com
2 comentários:
Sensacional, meu caro Airton Soares.
Que linguagem maravilhosa é essa de nossos sertanejos. Lembrei-me de Bernardo Elis, nosso imortal aqui do Estado de Goiás. Um grande regionalista.
Grande abraço do seu amigo Marcus Fleury
Obrigado, amigo Marcus Fleury.
Em favor do cabimento, transcrevo abaixo parte da poesia Primeira Chuva do nosso imortal Bernardo Élis. Gostei muito.
Grande abraço.
AS
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"Lá fora uma goteira numa lata pinga,
pingo a pingo,
pengue,
pengue,
numa toada monótona de preta que ninasse.
Pengue,
pengue,
pingo a pingo.
(E aquela que partiu,
Por que não volta?)"
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